quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

#1435



Bom dia com um beijo ao ouvido.
Bom dia com um abraço sentido.
Bom dia com um querer decidido. Com um brincar entretido. Com um tempo perdido.

Um bom dia apetecido.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

#1433


E, no frio da manhã, apetece não acordar. Apetece não os olhos abrir. Despertar apenas quando eu sentir os teus braços. Quando ouvir o bom-dia.

E, no frio da manhã, apetece não despertar. Apetece a manhã preguiçar. Acordar apenas para o teu beijo provar e o nosso amor saborear.

E, no frio da manhã, vamos na cama ficar?

domingo, 7 de dezembro de 2014

#1432


Os meus sítios preferidos?

Estar dentro do teu abraço. Sentar-me numa esplanada a ver um mar revolto de Inverno. Deitar-me na areia, numa noite de Verão, debaixo de um tapete de estrelas, a contar cada uma delas. Ter-te ao meu lado. Sempre. Adormecer contigo e acordar com o teu pequeno almoço. Um sofá, um filme, pipocas e o teu ombro, numa tarde de chuva. Uma conversa sem fim, onde as horas se perdem. Um jantar à luz das velas para dois. Um pôr do sol contigo. Os primeiros raios de sol a dois, porque não se dá pelo tempo passar.

O meu sítio preferido? Contigo. Muito perto. Fique isso onde ficar.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

#1429



Obrigada por seres quem és.
Obrigada por estares por perto quando mais preciso.
Obrigada por tomares conta de mim. Por me fazeres encontrar quando me perco.
Obrigada por me dares a mão quando tenho medo. Por me passares o braço por cima e me tirares o frio.
Obrigada por me saberes sossegar. Por me protegeres e defenderes.
Obrigada por seres tu.
Tu. Sempre tu. E ninguém mais.

Hoje, era só isto: obrigada.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

#1428



A vida, faz-nos destas coisas.Tem alturas em que parece que nos parte ao meio. Pior, parece que nos parte em mil pedaços. Que nada se mantém intacto à nossa volta. Que nada haverá que restabeleça a ordem e a calma. Que ficaremos, ad eternum, assim como que desfeitos em nós mesmos. Puras migalhas daquilo que fomos. Uns cacos perdidos por aí.
A vida, faz-nos destas coisas. Parece que nos destrói. Que nos arrebata o fôlego de viver. Que preferíamos ir ali ao fundo e não voltar.

A vida, faz-nos destas coisas. Cabe-nos a nós conseguir reunir os cacos novamente. Parar para pensar. Erguer a cabeça e ir à luta.

A vida, faz-nos destas coisas. Não podemos é deixar de fazer coisas à vida! De lhe trocar as voltas. De nos reinventar. De reaprender a viver.

E, às vezes, a vida também tem razão. E precisamos de nos partir em pedaços para reorganizarmos o que estava baralhado e voltarmos a ser inteiros. E felizes. Para sempre!

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

#1427



Com toda a loucura da minha alma. Com todo o querer do meu ser. Com toda a impossibilidade do mundo. Com toda a certeza da minha insanidade. Com toda a vontade intrínseca. Com todo o querer urgente. Com toda a calma da certeza. Com toda a dúvida da paixão. Com todos os sorrisos, lágrimas, beijos, abraços, mimos e más disposições.

Amo-te, com tudo. E qualquer coisa mais.